Como calcular o preço do aluguel e sua influência no seguro fiança | CSI

23/11/2020

Utilizar um bem imóvel como fonte de renda se tornou um atrativo cada dia mais comum, principalmente pela segurança e garantia de manter seu bem e ainda rentabilizá-lo.

Porém, uma dúvida super comum é o quanto cobrar de aluguel. Isso impacta tanto o mercado imobiliário, o aspecto do imóvel em si e algumas outras variáveis, como taxas do inquilino.

Se quiser entender um pouco melhor como calcular o preço do aluguel na sua região e o seu impacto nas taxas, principalmente no seguro fiança, continue a leitura.


Quais os itens principais no cálculo do aluguel imobiliário


O valor de aluguel depende de alguns fatores para ser mensurado. Calcular o valor do aluguel influencia muito o mercado imobiliário e a economia como um todo. 

A base do cálculo varia, basicamente, por uma proporção ao valor de mercado do imóvel em questão, que costuma oscilar entre 0,5 até 1%. O cálculo do valor de venda do imóvel, por sua vez, é uma variável completamente diferente. Mas este é um dos motivos que não recomendamos o aluguel sem auxílio de uma imobiliária, afinal não há base de cálculo para o valor do aluguel. 

Um ponto relevante ao observarmos o cálculo do preço de aluguel de um imóvel é o seu entorno. Além de analisar questões como oferta e procura, o cálculo também considera imóveis semelhantes na mesma região, para garantir uma precificação justa e condizente com a atuação do mercado.

Diversos outros itens, como estrutura da região e do próprio imóvel, impactam diretamente na possível mensalidade cobrada por uma locação. Estes itens vão desde a condição do imóvel, possível qualidade e itens do condomínio e o acabamento interno do bem.

Por exemplo, 2 apartamentos com a mesma metragem e composição interna podem ter aluguéis diferentes se um estiver localizado em um home club, ou se estiver frente à uma avenida repleta dos serviços essenciais. 


Como calcular o valor aluguel do imóvel


Outro fator essencial é o conhecimento da macroeconomia. Pode parecer uma aplicação complicada de se fazer, mas fato é que o Índice Geral de Preços de Mercado faz toda a diferença neste processo.

O índice mensura, entre outros itens, a atividade econômica nacional, sendo um dos dados oficiais para medir a inflação. O IGP-M também é base de cálculo para os reajustes de aluguel, sejam residenciais ou comerciais. Seu cálculo é anual e realizado com base no acúmulo dos últimos 12 meses do índice.

O fator regional também é muito analisado. Comparar preços de aluguel na capital paulista com uma cidade da região metropolitana de Rio Branco-AC é um erro imenso, mesmo que ambos os imóveis sejam praticamente idênticos.

Variáveis como a renda per capita da região, valor médio de m², localização e o próprio desenvolvimento da região em que o imóvel está inserido são pontos essenciais para o cálculo tanto do valor de mercado quanto para o cálculo do valor do aluguel do imóvel.


Influência do aluguel no seguro fiança

Como bem sabemos, existem várias modalidades de garantias locatícias disponíveis no mercado. A primeira delas é a figura do fiador.

Utilizando um fiador como garantia, é necessário que esta terceira parte tenha, dentre outros requisitos, uma renda líquida superior a três vezes o valor do aluguel. 

Já o seguro fiança é a garantia mais eficaz. Seu valor anual, em geral, varia entre o custo de 0,8 mês a 1,5 meses de aluguel, sendo parcelado ao longo da vigência do contrato.

As outras garantias, como título de capitalização e caução em espécie, também utilizam como parâmetro para seus custos o valor do aluguel.

É necessária uma análise de crédito para a contratação do seguro, com base na situação cadastral e na renda mínima em relação ao aluguel. Todavia essa análise poderá levar em conta a composição de renda de um ou mais locatários do imóvel.

O seguro fiança é regulado pela Lei do Inquilinato, entre outras normas específicas, e as corretoras precisam dar total assistência tanto para o locador quanto para o locatário.


Como fazer uma simulação de seguro fiança

Para o processo de contratação do seguro fiança ser correto e assertivo, é importante a análise estar alinhada entre as quatro partes (Seguradora, locador, locatário e imobiliária), para que estejam em sintonia de informações e com segurança igual para todos.

As informações também costumam variar, dependendo da condição cadastral e empregatícia do locatário, caso seja registrado CLT, autônomo, aposentado, etc. 

Para as pessoas físicas a contratação pode ser realizada apenas com os documentos pessoais. Em alguns casos, porém, é preciso apresentar comprovação de renda dos últimos 3 meses e, se já ter em imóvel alugado, os 3 últimos recibos de aluguel.

Já se for pessoa jurídica, as variações ocorrem conforme a natureza tributária da companhia, sendo empresas sem fins lucrativos, Simples, MEI, etc. 


Como fazer um seguro fiança 

Como vimos, todo o processo pode ser simples e ágil atualmente. A melhor forma de como fazer um seguro fiança é contando com uma corretora especializada e alinhada com a sua imobiliária de preferência. Assim os cálculos de aluguel e taxa do seguro estarão corretas e você poderá contar com as vantagens que mencionamos anteriormente.

Se desejar ser mais assertivo na sua análise, solicite um atendimento da CSI e valide suas informações, mesmo que você ainda não tenha definido qual imóvel deseja locar. 


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